quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Curitiba: 30 razões para amar as comidinhas de rua

Foi-se o tempo em que as comidinhas vendidas nas feiras da cidade eram sinônimo de pastel frito gorduroso e "espetinho de gato" tostado. Hoje, em Curitiba, pode-se encontrar nas feirinhas de rua desde lanches simples até pratos mais sofisticados. Passear por elas é se perder em meio a cheiros e sabores diversos provenientes de várias partes do mundo e reunidos em um lugar onde só se fala uma língua: a da boa mesa.
Movida por essa "fome" de sabores, a reportagem do Guia Gazeta do Povo desvendou os melhores quitutes das feirinhas de rua da capital paranaense. Em cada lugar escolhido, listamos cinco motivos pelos quais você não pode deixar de visitá-lo. Para tanto, foi escolhida uma feirinha diferente por dia da semana. A tarefa não foi fácil, já que se trata de um universo de mais de 70 feiras, segundo a Secretaria Municipal do Abastecimento de Curitiba: as gastronômicas, orgânicas, do litoral, diurnas e noturnas.
Terça-feira foi o dia da feirinha da Rua Alexandre Gutierrez, no Água Verde. Na quarta, foi a vez da do Hugo Lange. Na quinta, o passeio foi na do Cristo Rei. Na sexta, a escolhida foi a da Praça da Ucrânia. No sábado, a visita foi na feirinha do Batel. Domingo, como não poderia deixar de ser, foi o dia da feirinha do Largo da Ordem - a maior do estado. Ah, e segunda-feira foi um dia de "descanso": não há feirinha gastronômica nesse dia (que pena!).
O pierogi do Tadeu
 
Você já ouviu falar desse cara, com certeza. Quando se fala em pierogi, o primeiro nome que vem à mente é o do polonês Tadeu Kavalec, 55 anos, 20 anos vendendo o pastel cozido polonês em feiras por estas bandas.
Embaixador informal da Polônia na capital paranaense, Tadeu tem um estoque de anedotas prontas para serem contadas. Segundo ele, um jornalista de seu país fez uma matéria, já há alguns anos, cuja manchete era algo como "O pierogi é polonês, mas a capital mundial do pierogi é Curitiba".
Mas enfim, vamos ao pierogi. Há todo um preparo prévio do pastel, que antecede a feira: o Tadeu faz a massa, depois coloca o recheio, pré-aquece, deixa esfriar para, então, o colocar pra refrigerar.
Na feira em si, o preparo é rápido: dura de dois a três minutos. A reportagem do Guia provou o tradicional, de ricota com batata. Ele é servido quentinho num potinho de isopor, e como é mole dá para comer tranquilamente com o garfo de plástico cedido pela barraquinha. Destaque para o molho jogado em cima do pastel: suave, não é exagerado e não conflita com o gosto do pierogi, mas o complementa. Um prato com cinco pierogis custa R$ 6,00.
Fonte : www.gazetadopovo.com.br

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